Imposturas Filosóficas
Filosofia não se faz sozinho: toda sexta-feira reunimos amigos para conversar e pensar juntos.
#327 quando excitam o verbo | elucidário: umbigo, cafuné, comemorar
O Elucidário é um conjunto de despropósitos léxicos, escritos a partir de poesias de amigos, que editamos na forma de dicionário. Neste programa, apresentamos este projeto de escrita, conversamos sobre a ideia e trouxemos três palavras: umbigo, cafuné e comemorar. Trata-se de um esforço coletivo para compreender uma só maçã.
Participantes
Matheus GuimarãesMilena KlinkeRafael TrindadeLinks
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Capa: Felipe Franco
Edição: Pedro Janczur
Ass. Produção: Bru Almeida
Texto: Rafael Trindade
#326 laboratório de thanos | a ameaça interna, Safatle
“O vírus da peste dorme, mas nunca morre”, disse certa vez o filósofo argelino Albert Camus. Com esta metáfora, ele se referia à ascensão e queda do nazismo na Europa. E hoje nós dizemos: “A peste está mais acordada do que nunca”. Neste programa, conversamos sobre a fascismo presente em nossa sociedade.
Participantes
Flavia SaianiRafael LauroRafael TrindadeLinks
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Capa: Felipe Franco
Edição: Pedro Janczur
Ass. Produção: Bru Almeida
Texto: Rafael Trindade e Flavia Sa...
#325 paixão à primeira lida | a descoberta da filosofia
Durante a adolescência, a escola — o ambiente disciplinar — costuma ser angustiante. Ainda assim ela propicia um contato com uma diversidade de assuntos capazes de nos despertar. Neste programa, conversamos sobre a descoberta da filosofia pela paixão por um livro deixado em cima da mesa pela professora. O pensamento filosófico chegou cedo para nós, como uma lufada de ar.
Participantes
Matheus GuimarãesRafael LauroRafael TrindadeLinks
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Capa: Felipe Franco
Edição: Pedro Janczur
Ass. Produção: Bru...
#324 perder a vó | homenagem aos que vão partir
É claro que o dia de qualquer um pode ser o último, mas na companhia dos mais velhos, vemos a lista de verbos diminuir um por vez. Neste programa, conversamos sobre a morte que começa no perder os outros, nesse caso um outro bem específico, nossos avós; e falamos sobre a necessidade de homenagear mais a vida do que a morte, e contornar a tristeza na difícil de tentativa de estar inteiro nas despedidas.
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Matheus GuimarãesRafael LauroRafael TrindadeLinks
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#323 estoico numa orelha epicurista na outra | Montaigne, ensaio, morte
Michel de Montaigne passou por três grandes surtos na peste negra. Em 1566, a doença matou 25 mil pessoas apenas em Paris. Levou Étienne de La Boétie, o grande amigo de sua vida, e vários de seus conhecidos. Não sabemos se Montaigne chegou a contrair a bactéria, mas o fato é que a morte fez morada em sua casa: após a perda de La Boétie, morreram seu pai, seu irmão mais novo e cinco de seus seis filhos. Empurrado por esse luto sistemático e pela leitura voraz dos clássicos, a morte tornou-se uma...
#322 mergulho pra cima | devir, astronomia, existencialismo
Todo devir é uma modificação que ocorre após um encontro. Inclusive, ele se faz apenas através dos encontros, nas relações. Mas a diferença é que este conceito não contém a ideia de finalidade. Ou seja, sem telos, sem ponto final, ele é uma abertura para novos sentidos. Pois bem, se todo devir se faz no encontro, o que acontece quando um filósofo olha através de um telescópio? O que aconteceria se Simone de Beauvoir e Madame Curie sentassem para conversar? É o que tentamos imaginar nessa conversa!
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Rafael LauroRafae...Aula Aberta | (Des)Casos Clínicos: Presidente Schreber
No Imposturas desta semana, trazemos a primeira aula do módulo "(Des)Casos Clínicos", do novo projeto: Seminários Deformação. Partindo do Anti-Édipo de Deleuze e Guattari, fizemos uma análise crítica de um dos casos de Freud.
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Rafael TrindadeLinks
Seminários DeformaçãoOutros linksFicha Técnica
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Edição: Pedro Janczur
Ass. Produção: Bru Almeida
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#321 vivendo entre abas e poemas | desejo, imaginação e ansiedade
O que fazemos com o que o tempo faz de nós? Parece que temos pressa. Não podemos evitar de ler o romance que nos encanta, e depois ver o filme que nos instiga, e ainda ler poesia antes de dormir — e isso depois de lavar roupa e preparar o almoço e entregar o imposto de renda e dar aulas e, e, e. Será que é possível continuar apostando na calma como diretriz filosófica geral para a vida? Nesta conversa, partimos da ideia de que a ansiedade, assim como a dor, é parte de tudo o que é grande. Ass...
#320 tem até em gaveta de motel | Nietzsche, Espinosa, teocracia
O filósofo é o estraga prazeres de seu tempo. Cabe a ele olhar longe e trazer as más notícias. No caso de Nietzsche, a mensagem é conhecida: “Deus está morto, e nós o matamos!”. Mas será mesmo? No programa desta semana, nos perguntamos se o obituário metafísico chega até a política, e buscamos em Espinosa uma ajuda para pensar as dificuldades próprias da mistura entre o cristianismo e o estado.
Participantes
Rafael LauroRafael TrindadeLinks
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Capa: Felipe...
#319 um problema com Espinosa | tristeza e variação
Para compreender o que Espinosa chama de afeto, é preciso distinguir o conceito da ideia habitual que fazemos dos sentimentos. A alegria não tem imagem; a tristeza tampouco. Podemos sorrir de desespero, tanto quanto chorar de admiração. Em outras palavras, não é simples correlacionar as expressões costumeiras de felicidade e infelicidade aos afetos de alegria e tristeza. A conclusão lógica é que uma poesia, mesmo triste, pode ser resultado de um processo expansivo, que o filósofo chamaria de alegria. Mas permanece um incômodo: a tristeza nunca pode ser boa?
Participantes
Rafael Lau...#5 Travessias | Por nós
No travessias de hoje, conversamos sobre a injustiças do cárcere a partir da história de duas irmãs presas injustamente, que na liberdade formaram um coletivo para acolher mulheres regressas do sistema prisional. Uma luta que é de todos e por todos nós.
Participantes
MeireBatiaFlávia SaianiBru AlmeidaRafa LauroLinks
Por nósIma InáOutros linksFicha Técnica
Capa: Felipe Franco
Edição: Pedro Janczur
Coordenação: Bru Almeida
Leitura adicional: Rafa Dornelas
Música: Kassule Kenyatta
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#318 deus não faz amor | Eduardo Galeano, teologia, cristianismo
Partimos de alguns textos de Eduardo Galeano para conversar sobre a da teologia e moral cristãs, que tentam balizar a existência pela lógica do castigo e recompensa. Discutimos como o cristianismo operou uma domesticação dos corpos, transformando o desejo em pecado e a culpa em uma ferramenta de controle social e de reprodução de mão de obra. O título do programa é uma brincadeira com a frase de Nietzsche ("Eu só acreditaria em um deus que soubesse dançar").
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Rafael LauroMatheus GuimarãesLinks
Outros Link...#317 vivendo um campo minado | masculinidade, behaviorismo, psicologia
A partir do encontro entre o Existencialismo de Simone de Beauvoir e o Behaviorismo de B.F. Skinner, conversamos sobre a frase "Seja Homem!" como uma imposição de performance que esconde a inexistência de uma essência masculina. Como seria uma vida que não se submete à cartilha de comportamentos imputados a um corpo, mas que se entende como um feixe de relações bio-psico-sociais em constante construção? É possível escapar dessa coação que tenta transformar hábitos culturais em naturezas imutáveis, reduzindo a potência singular a uma categoria pré-fabricada? Partimos da anális...
#316 te explicando pra te confundir | Anne Carson, metáfora e metonímia
A metáfora triangula. Pela sobreposição de duas imagens heterogêneas, ela abre na selva da linguagem uma trilha misteriosa que leva de uma à outra. Assim, vamos do A ao B, mas nos vemos obrigados a desviar pelo desvario do C. No programa dessa semana, partimos da brincadeira de diferenciar as metonímias e metáforas para pensar a linguagem.
Participantes
Matheus GuimarãesPedro TinéRafael LauroRafael TrindadeLinks
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Capa: Felipe Franco
Edição: Pedro Janczur
Ass. Produçã...
#315 como pensa o peixe? | Foucault, arqueologia e loucura
A partir da História da Loucura de Michel Foucault, conversamos sobre o círculo antopolígico, isto é, sobre o pensamento moderno como uma armadilha que, ao tentar compreender o mundo, acaba sempre encontrando um reflexo de homem. Como seria um pensamento que não busca o homem como medida de todas as coisas? É possível escapar dessa dobra onde o sujeito e o objeto se confundem em uma busca incessante por uma "essência" que talvez não passe de uma invenção histórica? Partimos da análise arqueológica para entender que o "fim do homem" não é um apoca...
#4 Travessias | Raízes de Mariah
No travessias de hoje, mergulhamos na história de um quilombo urbano e suas muitas intersecções. Um espaço erguido pelo suor das ancestras que, como um fio, vem sendo DESemaranhado pela Maria e toda uma coletividade que soma junto a esse centro cultural. Mais que um território, é uma herança viva que se expande através das suas raizes.
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MariahBru AlmeidaRafael LauroLinks
Raízes de MariahIma InáOutros linksFicha Técnica
Capa: Felipe Franco
Edição: Pedro Jancz...
#314 chamem os filósofos | hedonismo, eudaimonia, Epicuro
A ética epicurista tem a noção de prazer como princípio e finalidade. Além de ser bom, o prazer é o bem, ou seja, é o móvel da ação humana tanto quanto o objetivo dela. No entanto, nem todos os prazeres conduzem à felicidade, assim como nem todas as dores a atrapalham. Essa qualificação dos prazeres e dores se dá numa ideia que conduz, de maneira geral, toda a filosofia helênica: a eudaimonia. O hedonismo eudaimonista de Epicuro foi nosso tema nesse programa.
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Rafael LauroRafael TrindadeLinks
Texto lidoOut...#313 questione seu terapeuta | gênero, psicanálise, Freud
Qual a função de uma boa análise? Não é colocar em questão um saber que tornou-se opressivo e inquestionável? O psicanalista faz perguntas estranhas, usa termos que conduzem a vários caminhos diferentes. No entanto, no caso Dora, Freud parece fazer justamente o contrário: tenta, por diversas vezes, convencer a paciente de que ela está apaixonada por Sr. K (e portanto por seu pai, e portanto por ele mesmo, o pai da psicanálise). Comentamos esse descaso clínico, pensando o gênero de maneira crítica.
Participantes
Gabi JacquesRafael...#312 diabo sem panfleto | identidade, gênero, sexualidade e monogamia
Cedo ou tarde, sozinhos ou acompanhados, todos nós temos a necessidade de declarar nossos interesses. Nestes momentos, nada mais natural do que dizer: “gosto disso”, “odeio aquilo”. Estas declarações nos organizam, e através delas podemos nos conhecer e reconhecer como parte de um grupo. Aos poucos, o que era um conjunto de interesses se transforma em uma declaração de identidade: “sou isso”, “não sou aquilo”. A partir daí, os nomes que nos atribuímos – ou que nos são atribuídos – ganham uma nova força. O problema é que ela é dúbia. Neste programa, comentamos a tensão entre desejo e...
Aula aberta | Introdução à Esquizoanálise
No Imposturas desta semana, trazemos a primeira aula do módulo "Esquizoanálise - Conceitos Fundamentais", que inaugura o novo projeto: Seminários Deformação. Fizemos uma contextualização histórica e biográfica da obra de Deleuze e Guattari, e uma breve exposição do conceito de desejo para os autores.
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Rafael TrindadeLinks
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Edição: Pedro Janczur
Ass. Produção: Bru Almeida
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Filosofe com isso: Oscar 2026
No episódio de hoje do Filosofe com Isso, comentamos o Oscar 2026: a paranoia revolucionária de Uma Batalha Após a Outra, a resistência sob vigilância no Recife de O Agente Secreto, o luto místico e sensorial de Hamnet e o psicodrama da vida real em Valor Sentimental. Entre estatuetas e tapetes vermelhos, rimos do irônico espetáculo de celebrar bons filmes dentro da maior engrenagem da indústria cultural capitalista.
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Letterboxd...#311 bilhete de amor em sentenças | gênero, violência, lutas
O que nos sustenta quando o chão parece faltar? Talvez não seja uma base sólida, mas a força dos fios que insistimos em tecer. No episódio de hoje, partimos do poetexto da Bru Almeida, "Fios por te(SER)", para conversar sobre como o patriarcado molda nossos corpos e estrangula nossas existências, do lar à empresa, do sutil ao literal.
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Bru AlmeidaRafa DornellasRafael LauroLinks
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Edição: Pedro Janczur
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#310 psicanálise incendiária | esquizoanálise, política, deleuze e guattari
Se você pudesse mandar uma carta para você dez anos atrás, o que escreveria? Foi isso que fizemos pensando em uma das linhas teóricas que nos formaram, a esquizoanálise. Trouxemos cinco recomendações para uma apropriação mais interessante dessa abordagem hoje. Isso talvez sirva a quem estiver começando seu percurso na crítica da psicanálise
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Matheus GuimarãesRafael LauroRafael TrindadeLinks
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Capa: Felipe Franco
Edição: Pedro Janczur
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#309 prazer de existir juntos | amizade, amor, partilha
O testemunho dos outros é uma maneira pela qual nós afirmamos a beleza. No entanto, não é fácil dizer o quanto essa partilha é fundamental para os outros. Por isso, temos andado por aí a pergunta: nos momentos mais bonitos, você estava sozinho ou acompanhado? É um dos casos em que a resposta importa menos do que a pergunta. Dispor a qualidade da experiência em um espectro de sociabilidade é só uma desculpa para falar de amor.
Participantes
Rafael LauroRafael TrindadeLinks
Texto lidoOficinas (Terças 19h)Oficinas (Quartas 15h)Outros LinksFic...
#3 Travessias | Quilombo Seu Gustavo
Este é o Travessias, um podcast que nasceu da parceria entre o coletivo Ima Iná e o Razão Inadequada. Neste episódio, conversamos sobre o Quilombo Seu Gustavo, um espaço cultural e educacional voltado para crianças na Cidade Tiradentes.
Participantes
TatianeAna PaulaBru AlmeidaRafael LauroLinks
Quilombro Seu GustavoBiblioteca Assata ShakurIma InáOutros linksFicha Técnica
Capa: Felipe Franco
Edição: Pedro Janczur
Coordenação: Bru Almeida
Leitura adicional: Rafa Dornelas
Música: Kassule Kenyatta
#308 cansado de ser eu | só sei que nada zen, budismo, meditação
A palavra Zazen significa “meditar sentado”. Na teoria é fácil, você se senta em uma almofada (zafu) em posição ereta e as pernas cruzadas, se volta para a parede, permanece com os olhos semicerrados e presta atenção na respiração. Pronto, começou, você está meditando. Então você é carregado pelos pensamentos como quem pula num rio tempestuoso. Conclusão, sentar em silêncio e observar os pensamentos pouco a pouco se transforma num pesadelo. “Falhar é parte do processo”, replica o monge em voz compassiva. Neste programa, conversamos sobre o zen budismo em tempos ansiogênicos.
Participantes
P...#307 festa do apreço | amor, ciúmes e exclusão
Amar é uma aposta. Coletivamente, erguemos uma imagem do que significa vencê-la. O prêmio não é nada tímido: Reciprocidade plena. Em algum momento, porém, algo parece mudar. Encarando o desejo do outro, você vê não mais um espelho do seu, mas um deslocamento estranho. Algo (ou alguém!) estoura a bolha que envolve o par em unidade. As paixões da pessoa amada estão sendo movidas – e não é sobre você. No programa desta sexta, conversamos sobre ciúmes a partir da definição de Espinosa.
Participantes
Gabi JacquesRafael LauroLinks<...
#306 um neurótico na orgia | filosofia, universidade e escrita
São tantos os jeitos de fazer. Qualquer coisa, mas na ocasião deste podcast nos referimos à filosofia. Embora essa opinião incomode boa parte dos reverentes estudiosos do cânone, o fato é que a filosofia se manifesta de diversas formas: vai do colóquio de especialistas à conversa pelo whatsapp, passando pela mesa de bar. Dada a diversidade, é preciso pensar sobre os modos de fazer filosofia. Recusamos a carreira acadêmica alguns anos atrás, e estamos aqui para contar como foi esse processo, e também para pensar o que temos feito.
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Rafael Lauro...#305 choro, rebeldia do corpo | masculinidade e vulnerabilidade
A vergonha por chorar não é um traço de personalidade, é o resultado de um conjunto de ideias normativas sobre o que significa ser homem. E não é mera questão de lágrimas, o que está em jogo no chorar é a vulnerabilidade, ser colado à ideia de alguém que amolece frente aos sentimentos e, portanto, é fraco. No programa desta semana, conversamos sobre o choro como força que pode irromper o corpo organizado, e promover novos vínculos consigo e com os outros.
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Matheus GuimarãesRafael LauroRafael TrindadeLinks
Texto lidoOutr...#8 por que Somaterapia? (com João da Mata)
Nesta sexta-feira, convidamos João da Mata para responder a pergunta: por que Somaterapia? Esta forma de terapia libertária criada por Roberto Freire no Brasil e inspirada nas ideias de Wilhelm Reich. Se você quer começar os estudos nesta abordagem, acreditamos que este programa é um bom primeiro passo.
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João da MataRafael LauroRafael TrindadeLinks
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Edição: Pedro Janczur
Ass. Produção: Bru Almeida
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#304 euforia da impureza | Frankenstein, Nietzsche e Deleuze
A criatura de Frankenstein não é uma, ela é várias. Com o que ela sonha? Ora, certamente seus sonhos são múltiplos! Em cada parte de sua psiquê gritam vozes dissonantes, com palavras distintas, de regiões, religiões e convicções diferentes. Seu corpo quer rasgar o ventre nas mais variadas direções, ela é homem ou mulher, forte ou fraca, nova ou velha, ou tudo ao mesmo tempo? Frankenstein é a euforia da impureza, e este foi nosso tema no Imposturas Filosóficas desta sexta feira.
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Rafael LauroRafael TrindadeLinks
Texto lido...#303 defumando ideias | alucinógenos e o avivamento da experiência
Um bebê cresce como um broto se encomprida em tronco, fazendo milhões de novas conexões num punhado de anos. Sua existência é um delírio constante, nenhuma experiência é estável, nada foi antevisto. O adulto é um sistema organizado, mas ele pode reencontrar, numa bem aventurada alucinação, a infância da percepção. No programa desta sexta, nós conversamos sobre os alucinógenos e a possibilidade de reavivar a experiência.
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PedroRafael LauroMatheus GuimarãesLinks
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#7 por que Esquizoanálise? (com Domenico Hur)
Nesta sexta-feira, convidamos Domenico Hur para responder a pergunta: por que Esquizoanálise? Uma corrente de pensamento inaugurada por Deleuze e Guattari logo após maio de 68. Se você quer começar os estudos nesta abordagem, acreditamos que este programa é um bom primeiro passo.
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Domenico HurRafael LauroRafael TrindadeLinks
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Ass. Produção: Bru Almeida
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#2 Travessias | idosidade (com Lenny Blue)
Este é o Travessias, um podcast que nasceu da parceria entre o coletivo Ima Iná e o Razão Inadequada. Neste episódio, conversamos com Lenny Blue e sua experiência de décadas no Movimento Negro Unificado, atualmente levantando a bandeira dos direitos da idosidade, isto é, da dignidade das pessoas idosas no acesso à saúde, lazer, educação, e mais.
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Lenny BlueBru AlmeidaRafael LauroLinks
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#6 por que Behaviorismo? (com Roberta Kovac)
Nesta sexta-feira, convidamos o psicóloga Roberta Kovac para a pergunta: Por quê Behaviorismo? Esta corrente filosófica que é a base da Análise do Comportamento, abordagem da psicologia estudada em todas as faculdades e essencial na formação do psicólogo. Se você quer começar os estudos nesta abordagem, acreditamos que este programa é um bom primeiro passo.
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Roberta KovacRafael LauroRafael TrindadeLinks
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Ass. Produção: Bru Almeida
#302 um jeito bonito de falhar | Barthes, os superlativos e a escrita
Gostar da palavra é também odiá-la um pouco. Ela funciona bem na comunicação do dia-a-dia, mas ao tentar falar das coisas mais importantes (como o amor) ela inevitavelmente falha. É que a vida é muita. Lindo nem sempre basta. Então a gente improvisa um lindíssimo, e trabalha a linguagem até fazer ela servir para coisas para as quais não foi inventada. O superlativo é uma invenção da voz, que guarda como embrião o processo da escrita. No programa desta sexta, conversamos sobre essa tentativa amalucada de escrever sobre as coisas realmente importantes, isto é, de fazer o camelo passar...
#1 Travessias | saúde mental nas periferias (com Géssica de Paula)
Este é o Travessias, um podcast que nasceu da parceria entre o coletivo Ima Iná e o Razão Inadequada. Neste episódio, conversamos com a Géssica de Paula e sua experiência a frente do Saúde mental nas periferias, um projeto que "entrelaça as vidas em busca de uma sociedade menos dolorosa".
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Géssica de PaulaBru AlmeidaRafael LauroLinks
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Capa: Felipe Franco
Edição: Pedro Janczur
Leitura: Rafa Dornelas<...
#2 Filosofe com isso: Arte dos desencontros, Deleuze e Interestelar
Este é o segundo Filosófe com Isso, um podcast extra no qual trazemos indicações do que ler, ouvir e assistir. Muitas destas indicações foram referências para conversas de outros episódios do Imposturas Filosóficas. Nesta semana, trouxemos pensamentos sobre a esquizoanálise, um pouco de poesia e um comentário sobre o filme Interestelar, do Christopher Nolan.
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Capa: Felipe Franco
Edição: Pedro Janczur
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#301 a gente se esfrega até entender | elogio à burrice, conhecimento e sociabilidade
A pergunta infantil tem uma implicação com a ignorância – e os adultos a perdem grosseiramente. Percebam a inversão ridícula: Perguntar para mostrar que sabe. Adulto, quando vai fazer pergunta, é retórica! Que desperdício. Longos comentários ocupando um espaço que poderia ser cheio de perguntinhas atrevidas. No podcast desta sexta, tecemos um elogio à burrice que fala alto, duvida, ocupa espaço, explora, se arrisca em testar ideias, se diverte, pede pra explicar mais uma vez e propõe contrapontos.
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Gabi JacquesRafael LauroRafael TrindadeLinks
Texto lidoOut...#301 a gente se esfrega até entender | elogio à burrice, conhecimento e sociabilidade
A pergunta infantil tem uma implicação com a ignorância – e os adultos a perdem grosseiramente. Percebam a inversão ridícula: Perguntar para mostrar que sabe. Adulto, quando vai fazer pergunta, é retórica! Que desperdício. Longos comentários ocupando um espaço que poderia ser cheio de perguntinhas atrevidas. No podcast desta sexta, tecemos um elogio à burrice que fala alto, duvida, ocupa espaço, explora, se arrisca em testar ideias, se diverte, pede pra explicar mais uma vez e propõe contrapontos.
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Gabi JacquesRafael LauroRafael TrindadeLinks
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