A História das Histórias
A saga dos heróis e vilões dos episódios históricos mais interessantes do distrito de Viseu. Uma história aprofundada por dia, num programa da Rádio Observador Viseu.
Doçaria de tradição popular em Terras do Demo
As ocasiões, no calendário da “Folhinha” de Aquilino: Natal, Páscoa, casamentos e efemérides tinham arroz-doce, aletria, sopa doce, filhoses, rabanadas, pão-de-ló, leite-creme e cavacas
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Doçaria e guloseimas nas Terras do Demo
Pela mão de Aquilino Ribeiro, deliciamo-nos com os doces nas suas obras, que não eram para todos, eram quase um privilégio, como lemos no “Livro de Marianinha”
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O velho Hospital de Viseu é hoje uma Pousada
Parece antigo solar, mas era o antigo Hospital que a Santa Casa mandou fazer já em setecentos, e que desde 2005 é Pousada, depois de recuperado pelo arq. Gonçalo Byrne.
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A Sé e o Museu Nacional Grão Vasco: almas gémeas de Viseu
Lado a lado, a Sé, templo condal do séc. XII, a abóbada dos nós, o tesouro, a belíssima imagem gótica de Nª Senhora; e o actual Museu, que foi Colégio, Seminário e Paço Episcopal.
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O Claustro da Sé de Viseu: a harmonia de um mundo novo
Não é só o tesouro ou a abóbada dos nós que tornam a Sé de Viseu notável: fala-se do claustro, obra pioneira do Renascimento, das tábuas de Grão Vasco e do Cadeiral vindo de Roma.
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A Praça da República e os Paços do Concelho em Viseu
Depois de um incêndio, a Câmara teve sem poiso, até há século e meio se construírem os paços neoclássicos. Destaca-se o grande candeeiro de ferro forjado e os grandes painéis de azulejos aveirenses.
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A Porta do Soar em Viseu: História que vem de longe
Era uma das 7 portas da cidade, que escapou, como a dos Cavaleiros, à demolição ordenada pela Câmara em 1844. Evoca-se também a capela octogonal setecentista de Nª Srª dos Remédios.
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Bordados de Tibaldinho, uma arte de mulher
Nesta aldeia beirã de águas termais, fala-se deste bordado secular usado em lenços, panos, camisas e roupas íntimas com motivos que iam mudando com a idade das artesãs.
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O homem que prometeu uma vaca e pagou com um galo
Há que ler a “Geografia Sentimental” (1951) de Aquilino Ribeiro, para encontrar a história desta promessa a Santo Antão pela cura de um filho, numa aldeia do interior.
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As Cavalhadas de Vildemoinhos, o virtuosismo de uma lenda
Mais uma festa cujas origens se perdem na História, as festas a S. João da Carreira, os primeiros jornais falam delas em 1850, mas há quem defenda que vêm de 1652, dois séculos antes.
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A lenda da Serra da Estrela
Onde se conta a lenda que um rei contava com um pastor, um cão e o sonho da estrela com rosto de criança que estava pronta a ajudá-lo na viagem
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A Serra da Estrela vista da minha varanda
O autor evoca a serra-madre que via da sua aldeia, o manto branco no inverno, os rochedos com forma de gente, as lagoas, pastores e aldeias, mais os 4 rios que lá nascem, como o Zêzere e o Mondego.
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As lavadeiras do rio Pavia, em Viseu. In memoriam
O autor lembra com saudade as lavadeiras que batiam a roupa e cantavam, a mãe na pedra do lavadoiro, a roupa a corar nas margens, os grilos, libélulas e girinos, e o seu cão Mondego”.
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A feira dos pucarinhos
Onde se fala dos pucarinhos de Molelos, de cor negra, iguais aos de barro vermelho que Grão Vasco pintou na doce representação do Presépio, hoje Tesouro Nacional no Museu Grão Vasco
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A tenda do latoeiro
Quem lembra a tenda na antiga Rua Nova de Viseu, onde se ouvia o tilintar da folha-de-flandres sobre a banca, onde nasciam lampiões, assadores, armadilhas, funis, regadores, rocas e almotolias?
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A malha do centeio: românticas memórias
Hoje já não se vêm campos de trigo ou centeio, povoados de semeadores e mondadeiras, tradições que Aquilino Ribeiro tão bem imortalizou nas “Terras do Demo”
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“Cesteiro que faz um cesto faz um cento”
Evocam-se os velhos cesteiros de Vildemoinhos, iguais aos que vemos na tela A fuga para o Egipto que Grão Vasco para o altar-mor da Sé de Viseu, hoje Tesouro Nacional no Museu Grão Vasco
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Vida camponesa: a cruz num campo de pão
No tempo em que os camponeses eram homens de fé, contra trovoadas e pragas de Maio, havia promessas, procissões, ex-votos, cruzeiros e cruzinhas de varas nas searas para salvar a lavoura.
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O ex-voto da Srª da Lapa com homem da facada
Vale bem a pena a visita ao Museu do Ex-Voto, no Santuário da Senhora da Lapa, para ver o “retábulo” pintado com a Nª Senhora e 7 figuras, mais o esfaqueado, a recuperar na cama.
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O cheiro a pão cozido no Souto Bom, Tondela
O autor evoca Mª Nilza da Cruz, que lhe conta a vida quando morava com a sua mãe, que traçava à mão uma cruz sobre o pão acabado de amassar, uma técnica milenar.
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Notas à volta de Souto Bom, aldeia de Tondela
Subimos ao alto da Serra do Caramulo conhecer esta terra de antigos espigueiros e eiras, das sardinheiras com caixotes de peixe, da festa e romaria de São Frutuoso, que só enche no Verão.
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Mestre António Vista: oleiro e figurinista
O mestre oleiro que aprendeu o ofício na roda aos 12 anos, fazia peças de uso comum, mas tornou-se barrista famoso pelas figurinhas. Dos 2 filhos, nenhum lhe seguiu os passos...
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Mª Augusta Ferreira - uma vida madrasta
No lar onde hoje reside, uma mulher confidencia ao autor a sua vida triste, relembrando os dias difíceis da escola, os casamentos, a mão magoada, e o endireita que não a conseguiu reparar.
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Elogio da maçã e da castanha, duas confrarias irmãs
Arranca com uma memória de Sophia esta crónica que fala de memórias de maçãs e de castanhas; recuamos a Eva e Adão, para falar destes 2 frutos antigos celebrados em lendas, quadros e museus.
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O moinho da “Tia Micas Moleira”: moinho com jeito de museu
Conta-se uma lenda antiga de Vildemoinhos, sobre as lutas dos moleiros locais com os camponeses de Viseu por causa da água do rio Pavia. E o canteiro e a sua mulher, que aprendeu a ser moleira.
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O linho da Várzea de Calde: uma suave herança
Hoje fala-se do linho das toalhas, roupas, lençóis, panos de altar, enxovais, dos vestidos de baptizado à mortalha. E de toda uma linguagem com arte e história.
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“Povo que lavas no rio”: a odisseia das lavadeiras
Onde se evocam as lavadeiras da aldeia, a caminho do rio, da ribeira, ou do tanque, relembra-se a barrela, a roupa a corar, e os fados e filmes que falam do povo que lava no rio ou da roupa branca.
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Tabernas de Viseu: memórias quase perdidas
“Taberna”, nome romano que é hoje memória para os mais velhos, lugar de paragem, de folgança, de petisco e mata-bicho, anunciada por ramo de loureiro, tabuleta ou argola de prender o burro
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Os “escreventes” de cartas para o Brasil
Relembra-se uma peça de Aquilino onde se referem os emigrados que comunicavam por carta, e o drama que era quando deixavam de dar notícias…
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Aquilino Ribeiro e a poética da terra
O autor descreve as Terras do Demo de Aquilino, o passar das estações nessa “terra-mãe” como tão bem nos descreve o autor beirão na sua prosa.
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Os jogos na tarde – os “Cavalinhos d`el-Rei”
O autor lembra os louva-a-deus da sua infância, insecto tão característico de nome científico “Mantis religiosa”, sempre em adoração, que fazia as delícias dos miúdos.
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José Moreira – uma escrita sobre pedras.
O autor homenageia Zé Moreira, um artista natural da sua terra, Sarzeda. Foi poeta e escultor, estudou Belas Artes em Lisboa e depois aprendeu pela Europa fora.
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Maria do Céu Almeida Cardoso: memórias de uma lavradeira
Evoca-se a vida cheia de uma lavradeira natural de Vila Soeiro do Chão, que teve 10 filhos, que também emigraram, e todos voltaram menos um que quis por lá ficar.
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Regresso ao Paraíso: as pinturas naif de Analice Uchoa
Evoca-se esta pintora naif de cores luminosas, que pintou cidades e paisagens, o campo e as escolas, a árvore da vida - um mundo pacífico, onde apetece viver!
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José Maria da Costa Paraíso: o entardecer do patriarca
Outra história de emigração, de outro natural dos Juncais, o mais velho de 7 irmãos, tropa nos Açores, trabalhos em França, o regresso para os filhos e netos na terra-mãe.
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Maria da Conceição Pestana - o pão nosso de cada dia
Natural de Melo (Gouveia), Conceição foi criada de servir em Juncais, casou aos 18 com um mestre pedreiro, que emigrou e foi Regedor, até um dia tomarem conta de uma quinta em Sintra.
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Aurora Carolo Reis - a distinção de uma fidalga
A fidalga acolhe o autor no seu solar nos Juncais e desfia-lhe a sua vida, de Moçambique à Beira Alta, e a Quinta da Ferrugem que renasce Quinta dos Reis.
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Artur Gomes Cabral - camponês pela vida fora
Aqui se conta um pouco da vida do “Carmelo”, camponês natural de Juncais, um de 10 irmãos, que casou com a prima Valentina e emigrou 15 anos para França com a família, e um dia regressou.
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Clementina de Jesus Gomes: os longos fios das teias da vida
Celebra-se uma costureira de grande gabarito e arte, natural de Juncais, dona de uns olhos azuis líquidos, que casou aos 25 anos com um alfaiate.
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Mestre Teotónio de Albuquerque: a estranha leveza do ferro
Aprendeu a arte do ferro com Mestre Malho, e foi professor na Escola Comercial e Industrial de Viseu. Também a sua mulher, Olga, foi escritora e pintora inspirada.
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