Crônica com Mônica
O Crônica com Mônica é um tempo para a pausa! Para que juntos possamos sentir o que a vida nos traz todos os dias. As delicadezas que podemos colecionar a partir da decisão de abrir a janela para os milagres que há nas horas cercadas de pressa e desatenção.Os textos são meus. Sou Mônica, jornalista, observadora incansável e escritora da vida.
O branco que floresceu
Há flores que nascem justamente onde a gente menos espera.Nesta nova crônica, Mônica Cunha encontra nos ipês brancos uma delicada lembrança de que a beleza pode surgir do improvável, até mesmo de troncos secos, dias cinzentos e momentos em que parece difícil acreditar na leveza.Entre flores, um pássaro e uma cidade que segue apressada, ela nos convida a olhar com mais cuidado para aquilo que ainda floresce ao nosso redor.
Encontro Marcado
Nesta crônica, Mônica Cunha fala sobre respeito, gratidão e dignidade a partir de um gesto simples: oferecer um copo de água a quem trabalha sob o sol recolhendo o que descartamos. Uma reflexão sobre aqueles que cuidam da nossa cidade e que, muitas vezes, permanecem invisíveis aos nossos olhos.
O que é real
Entre a espera pelo ônibus, uma banca que se abre, uma praça que é varrida e os pequenos gestos que fazem a cidade acontecer, Mônica Cunha reflete sobre o que realmente importa.Em meio a promessas repetidas e discursos vazios, talvez a vida esteja justamente onde não há palanque: nas calçadas, no trabalho e na esperança cotidiana de quem simplesmente continua.
Entrelinhas do Trânsito
Entre uma corrida e outra, Ronaldo descobre que até os encontros mais banais podem revelar histórias profundas. Uma conversa sobre juros, perda, barulho, educação e os caminhos que a vida nos obriga a mudar. Nesta crônica, Mônica Cunha fala sobre encontros inesperados, silêncios que dizem muito e os lutos que surgem quando precisamos mudar a própria rota.
O broche na gaveta
Entre a louça lavada, as roupas no varal, os livros de volta à estante e a bagunça de uma bolsa, uma pequena lembrança reaparece: um broche de um casal de mãos dadas, presente de uma amiga que quis compartilhar a própria felicidade.Nesta crônica, Mônica Cunha fala sobre os afetos que se escondem nos detalhes da rotina e sobre como, às vezes, organizar a casa também é uma forma de colocar a vida em ordem por dentro. Uma história sobre amizade, solitude, memória e os pequenos gestos de amor que atravessam o tempo e reapa...
Peito à prova
Uma maritaca, um galho seco e o vento de uma tarde de inverno. Em uma cena simples, Mônica Cunha observa o movimento de uma ave que enfrenta a força do vento, se equilibra, muda de galho e, quando chega a hora, voa.A partir desse encontro, nasce uma reflexão sobre as pequenas e grandes travessias da vida: os momentos em que precisamos manter os pés firmes, encarar o vendaval e reconhecer o momento certo de buscar abrigo ou seguir em frente.
Coragem de não fazer nada
E se parar não fosse perder tempo? Nesta crônica, Mônica Cunha conta o encontro silencioso com um homem sentado diante de uma lanchonete, aparentemente sem fazer nada. Enquanto o mundo corria ao redor, ele parecia ter descoberto algo que tanta gente esqueceu: o direito de simplesmente parar, respirar e existir sem pressa. A partir dessa cena, uma reflexão sobre o excesso de barulho, a correria da vida e o luxo de se permitir uma pausa.
Pudim, trabalho e vida
Seu José e Seu Vital têm algo em comum: mesmo na velhice, continuam trabalhando para garantir renda e cuidar da própria saúde. Nesta crônica, Mônica Cunha reflete sobre dignidade, desigualdade e os desafios de envelhecer no Brasil.
A conversa pode recomeçar
Nesta crônica, Mônica Cunha nos convida a voltar a um lugar onde o tempo parece caminhar mais devagar. Entre a mesa no jardim, o café ainda quente, a jabuticabeira, as conversas que atravessam os anos e um pedaço de bolo levado para casa, ela reflete sobre os reencontros, a amizade e a beleza das mudanças. Porque voltar nunca é repetir: é chegar diferente, levando consigo novas histórias e redescobrindo o afeto que sempre esteve ali.
A alegria das pequenas obrigações
Nesta crônica, Mônica Cunha abre o portão da casa onde cresceu e convida o ouvinte a caminhar por lembranças que transformam um simples endereço em lar. Entre a varanda, a cozinha e os rituais da mãe de 86 anos, ela mostra como preparar a água do café, organizar as xícaras e cuidar de cada detalhe da casa são gestos que carregam amor, dignidade e afeto. Um convite para desacelerar e perceber que, muitas vezes, a felicidade mora nas pequenas tarefas do dia a dia.
Uma flor na pia
Um simples "bom dia" pode dizer muito sobre quem somos. Nesta crônica, Mônica Cunha reflete sobre a importância da educação, da reciprocidade e dos pequenos gestos que tornam a convivência mais humana. Entre cumprimentos ignorados e uma delicada flor de papel deixada sobre a pia de um banheiro, ela mostra como a gentileza ainda encontra formas de florescer, mesmo nos lugares mais improváveis. Uma reflexão sensível sobre respeito, presença e o poder das pequenas atitudes que transformam o dia de alguém.
O drapeado da serra e outros ventos
Nesta crônica, Mônica Cunha compartilha as lembranças de um fim de semana na Serra da Canastra, onde a estrada de terra, o silêncio, a paisagem e os pequenos detalhes do cotidiano transformam a forma de enxergar o descanso. Entre uma árvore iluminada pelo sol, um distrito de pouco mais de 200 habitantes, um chalé cercado pela natureza e a visita inesperada de bem-te-vis e canarinhos, ela convida o ouvinte a desacelerar e redescobrir a beleza que existe no simples. Uma narrativa sobre pausas, memórias e a saudade dos lugares que nos acolhem.
O Jardineiro da Perseverança
Às vezes, basta um olhar pela janela para encontrar uma história que merece ser contada. Nesta edição do Crônica com Mônica, Mônica Cunha narra o encontro breve com um homem que, há anos, transforma um terreno abandonado em um jardim. Entre flores, árvores e recomeços, a crônica fala sobre perseverança, resistência e o impacto que gestos silenciosos podem ter na paisagem e na vida de quem passa por ela.
Entre nós: o segredo que eu não queria confessar
Nesta novo Crônica com Mônica, Mônica Cunha faz uma reflexão sobre a violência contra crianças e o impacto que episódios de crueldade provocam em toda a sociedade. A partir de casos recentes que ganharam repercussão, a crônica questiona por que tantas crianças seguem desprotegidas, o que tem levado ao enfraquecimento do diálogo dentro das famílias e qual o papel do cuidado, da responsabilidade e do amor na formação de adultos saudáveis. Uma narrativa sobre medo, indignação e a necessidade de preservar a infância.
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O descanso mora na praça
Em meio à correria do dia, uma praça revela algo que muitas vezes passa despercebido: pessoas que param, descansam e simplesmente existem. Nesta crônica, Mônica Cunha transforma uma pausa comum em um convite para enxergar a beleza dos pequenos intervalos da vida, mostrando como alguns minutos de calma podem mudar a forma como seguimos o restante do dia. Uma reflexão sobre o descanso, a pressa e a importância de perceber o que acontece quando a gente finalmente desacelera.
Entre Girassóis e Burocracias
Uma visita antes do trabalho, uma conversa silenciosa com a mãe e a dor causada por uma cirurgia que não chega. Nesta crônica, Mônica Cunha parte de uma cena íntima para refletir sobre a espera imposta a quem depende do sistema público de saúde, a força de quem resiste todos os dias e o contraste entre a realidade brasileira e países onde as instituições inspiram confiança. Uma história sobre cuidado, dignidade e o preço da burocracia.
O menino que me ensinou a enxergar
Em uma sala de espera, um encontro inesperado transforma alguns minutos em uma lembrança difícil de esquecer. Entre conversas, descobertas e a sinceridade de um menino que enfrenta o medo com coragem, Mônica Cunha reflete sobre os gestos de acolhimento, a força da infância e a esperança de que enxergar o mundo também seja ter a oportunidade de sonhar com um futuro de saúde e dignidade.
Metade do ano tem cor de ipê
Os ipês florescem todos os anos, mas nem sempre percebemos quando eles chegam. Neste episódio, Mônica Cunha parte de um encontro inesperado com um ipê em flor para refletir sobre o tempo, a constância e a capacidade de encontrar beleza mesmo em meio à rotina. Uma crônica sobre pausas, recomeços e a delicadeza que a natureza oferece para seguir em frente, um passo de cada vez.
O tempo que sobra é todo meu
Em um gesto aparentemente comum, retirar o microfone ao fim de uma entrevista, Mônica Cunha é transportada para quase quatro décadas de profissão. Entre lembranças, melancolia e gratidão, ela reflete sobre o tempo, a finitude e o valor das experiências que colecionou ao longo da vida. Uma crônica sobre reconhecer a própria trajetória, compreender que cada capítulo deixa marcas e descobrir que nunca é tarde para recomeçar.
Ovo, limão e amizade
Uma mesa cheia, comida mineira, amigos que surgem de surpresa e um prato que parecia já ter contado todas as suas histórias. Nesta crônica, Mônica Cunha nos leva a um almoço em Tiradentes onde os sabores despertam memórias, reencontros e uma reflexão sobre as pequenas coisas que tornam a vida especial.Entre arroz, tutu, costelinha, pastéis de fubá e uma combinação improvável de ovo, limão e afeto, surge uma pergunta: por que os momentos mais simples costumam nos surpreender tanto?
A pausa que encontrei no trânsito
Em um dia de trânsito inesperadamente tranquilo, uma cena simples chama a atenção de Mônica Cunha: um cachorro vira-lata encostado em uma parede amarela e um ciclista cruzando a cidade. A partir desse encontro silencioso, nasce uma reflexão sobre medo, desconfiança, esperança e os refúgios que criamos para continuar seguindo em frente, mesmo quando o mundo parece pesado demais.
A coragem de face limpa
Por que o envelhecimento feminino ainda incomoda tanto? Nesta nova Crônica com Mônica, uma reflexão sobre os padrões impostos às mulheres, a passagem do tempo, a menopausa, a maturidade e a cobrança que insiste em transformar marcas de vida em motivo de julgamento. Um convite para pensar sobre beleza, liberdade e o direito de envelhecer sem pedir desculpas.
O extraordinário escondido na hora marcada
Uma estrada entre o cerrado e a mata, um café compartilhado, um encontro que começou como compromisso e terminou como memória.Neste episódio do Crônica com Mônica, Mônica Cunha visita o Grupo EMcantar e se deixa conduzir por uma conversa sobre vida, profissão, saudades, pessoas e o tempo que insiste em correr. Entre lembranças da infância, versos, música e afeto, surge a certeza de que alguns encontros têm o poder de transformar um dia comum em algo que permanece para sempre.Uma crônica sobre acolhimento, gentileza e os instantes que...
O descompasso do tempo
Entre uma panela de sopa, o cuidado com um gato da vizinhança e a rotina de quem acorda antes do sol nascer, Mônica Cunha reflete sobre a dificuldade que temos de conviver com o tempo livre. Em uma conversa com a mãe, surge uma pergunta que atravessa gerações: estamos vivendo ou apenas preenchendo cada minuto para não encarar o silêncio? Uma crônica sobre afeto, produtividade, envelhecimento e a coragem de simplesmente existir.
O tesouro no corredor
Uma entrevista importante aguardava no fim do dia. O relógio marcava o tempo da responsabilidade, da concentração e da busca pelo melhor resultado. Mas foi no caminho até esse compromisso que um encontro inesperado mudou a perspectiva de tudo.Ao observar um menino compartilhando com orgulho sua coleção de figurinhas, Mônica Cunha reencontra uma verdade simples e, ao mesmo tempo, essencial: a paixão não está apenas no que fazemos, mas na forma como nos entregamos ao momento presente.Uma crônica sobre atenção, encantamento e as lições que surgem quando desaceleramos o olhar para perc...
Catando os pedaços do dia
Em uma madrugada iluminada pela lua, Mônica Cunha reflete sobre os detalhes que costumam passar despercebidos na correria dos dias. Entre o frio que entra pela porta, o aroma do café recém-coado, flores que desabrocham silenciosamente e lembranças da casa dos avós, a crônica convida a uma pausa para enxergar a beleza escondida nas pequenas coisas. Um encontro entre a terra e o céu, entre a memória e o presente, entre o cotidiano e o que há de mais profundo em nós.
Que tipo de gente é essa?
Que tipo de gente estamos nos tornando?Nesta nova crônica, Mônica Cunha parte de um episódio de crueldade que chocou o mundo para refletir sobre os caminhos da humanidade em tempos de tanta intolerância, violência e indiferença.Mas, entre as notícias que entristecem, ela também encontra espaço para lembrar daqueles que escolhem outro caminho: o da generosidade, do cuidado e da construção de um futuro melhor.Entre quem pisa e quem planta, uma história simples vivida em um distrito de Uberlândia revela como pequenos gestos podem atravessar gerações e continuar...
O Nó, a Amendoeira e os Brincos de Leila
No caminho entre casa e trabalho, um choro preso na garganta interrompe o silêncio de uma rotina comum. Nesta nova crônica, Mônica Cunha mergulha nas emoções que tantas vezes somos obrigados a esconder para continuar funcionando diante das exigências do dia a dia.
Entre reflexões sobre exaustão emocional, vulnerabilidade, abandono e a dificuldade humana de cuidar do outro, a narrativa atravessa dores silenciosas que aparecem nas pequenas cenas da vida: nos animais deixados para trás, nas árvores arrancadas para dar espaço à pressa, na falta de delicadeza que endurece as relações. Mas em mei...
Abandono filmado
Uma rua silenciosa. Duas mulheres caminhando lado a lado. E uma decisão que mudou a vida de um bebê recém-nascido. No Crônica com Mônicade hoje, Mônica Cunha reflete sobre o caso da menina abandonada ainda com cordão umbilical e placenta, deixada em uma caixa na porta de uma casa. Um relato sobre ausência, ruptura de vínculos e a perda da humanidade diante da vulnerabilidade de uma criança indefesa.Com uma narrativa sensível e direta, o episódio provoca uma reflexão sobre até onde a sociedade tem chegado e o que ainda prec...
A bênção do prato
Uma pausa para o almoço, um casal em oração e uma reflexão sobre gratidão. Nesta crônica, Mônica Cunha compartilha um encontro silencioso que transformou a forma de enxergar o alimento, o tempo e os pequenos gestos do cotidiano. Um relato sobre fé, humildade e o valor de reconhecer as bênçãos presentes em cada refeição.
Cabelos de neve
Neste episódio do Crônica com Mônica, Mônica Cunha compartilha uma despedida marcada por memórias, intuição, afeto e saudade. Em um relato íntimo, ela relembra a amizade com Aida Cruz, as conversas que atravessavam temas da vida, os encontros cheios de significado e o vazio deixado pela partida de alguém que fazia parte da sua rotina e da sua história. Entre café, lembranças e palavras difíceis de concluir, a crônica fala sobre conexão, ausência e tudo aquilo que permanece mesmo depois do adeus.
Colheradas de Amor
No frio que chegou de repente ao cerrado, uma sopa guardada no congelador virou muito mais do que jantar. Entre panelas, mandioca temperada, verduras e conversas ao redor da pia, Mônica Cunha relembra como pequenos rituais da cozinha ajudam a sustentar os afetos dentro de casa. Uma crônica sobre encontros, memória, família e o amor servido em colheradas.
Mãe e o tempo
No especial de Dia das Mães do Crônica com Mônica, Mônica Cunha compartilha uma homenagem à própria mãe, Dona Ivone, de 85 anos. Em uma crônica marcada por afeto, cuidado e pequenas descobertas da rotina, ela relata como foi surpreendida pela força e pela decisão da mãe de não deixar a dor lhe roubar o entusiasmo pela vida. Entre o café, as plantas, a casa arrumada e o almoço em família, o episódio fala sobre envelhecimento, autonomia e os ensinamentos que atravessam gerações.
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Nota 10 na alma
Na nova Crônica com Mônica, uma prova universitária se transforma em reflexão sobre medo, insegurança, pertencimento e descoberta. Entre páginas de neuroanatomia e pensamentos silenciosos, Mônica Cunha compartilha o impacto de ouvir o próprio desejo falar mais alto do que a dúvida.
Nome que ficou
Uma família vivia a expectativa pela chegada de um bebê. Entre preparativos, trabalho e rotina, o futuro ganhava forma. O nome já estava escolhido: Mateus. O que deveria ser um momento de celebração foi interrompido por um ato de violência. Nesta crônica, o relato de uma avó que tenta compreender o que não tem explicação e a pergunta que permanece: até quando vidas serão interrompidas antes mesmo de começar.
O dia que vi o amor
Uma crônica sobre o tempo, o amor e os silêncios que nos atravessam sem aviso. Em meio a uma festa, Mônica Cunha observa um casal e se emociona ao perceber o crescimento de alguém que acompanhou desde a infância. Entre lágrimas discretas e memórias, o texto revela o contraste entre o que vemos no outro e o que sentimos em nós mesmos. Uma reflexão sobre transformação, afeto e os instantes que nos fazem parar e sentir.
Trem que é nosso
Entre um café no bule e um pão de queijo na mão, essa crônica passeia pelo jeito mineiro de ser e de falar. Uma prosa sobre palavras que acolhem, sotaques que carregam história e o valor de quem faz do simples um gesto de afeto. Porque em Minas, a fala é mais que linguagem, é abrigo. E tem coisa que só se entende com um dedinho de prosa.
Entre ela e o rádio
No meio de um fim de tarde comum, um encontro inesperado interrompe o ritmo apressado do dia. Uma mulher, um rádio e a escolha de simplesmente parar. Entre o silêncio da rua e uma música que atravessa o vidro fechado, nasce um instante de presença. Um retrato sobre o tempo, o agora e a coragem de existir sem pressa.
Ainda Alice
NessenCrônica com Mônica, a BR-381 deixa de ser apenas uma estrada e passa a representar uma dor que se repete. Mônica Cunha reflete sobre a morte da jornalista Alice, com quem dividia o mesmo ofício de apurar e contar histórias. A perda precoce levanta perguntas sem resposta e expõe riscos conhecidos nas estradas. No mesmo acidente, também morreu o cinegrafista Rodrigo Lapa. Dois profissionais em trabalho, em um percurso comum que terminou de forma inesperada. Entre memória e indignação, o episódio também aborda a decisão da família de doar os órg...
O Cérebro
Em uma aula de anatomia, o esperado encontro com um cérebro humano ultrapassa qualquer preparo técnico. Entre o silêncio do laboratório e o peso daquele instante, uma estudante percebe que não está apenas diante de uma peça, mas de tudo o que um dia existiu em alguém. Uma crônica sobre o primeiro toque, a reverência e o impacto de sentir, na ponta dos dedos, a memória, a linguagem e os mistérios da vida.